Arquivo mensal: agosto 2015

A BAÌA DE GUANABARA

A Baía de Guanabara que será entregue aos velejadores é bem diferente
daquela prometida quando, em 2009, o Rio conquistou o direito de sediar
as Olimpíadas. Neste período, os índices de coleta e tratamento de
esgoto melhoraram, mas ainda estão distantes da meta de 80% anunciada
pelas autoridades — e não há mais tempo hábil para que o objetivo seja
alcançado, como o governador Luiz Fernando Pezão já admitiu. São 16
municípios no entorno da baía, e quatro deles não tratam nenhuma parcela
do esgoto coletado, segundo os dados mais recentes do Ministério das
Cidades: Cachoeiras de Macacu, Magé, Nilópolis e São João de Meriti. A
exceção é Niterói, onde a rede alcança quase toda a cidade, e 100% do
esgoto é tratado.

Um relatório produzido em julho, já nas mãos do Comitê Olímpico
Internacional (COI), aponta o principal risco para os atletas durante os
Jogos: o lixo flutuante. A Secretaria estadual de Ambiente admite que a
presença de detritos é a maior preocupação para as Olimpíadas,
contrariando o discurso adotado pelas autoridades na época da
candidatura. Para isso, o governo tem duas apostas, e diz que espera
reduzir em 95% a quantidade de lixo: as ecobarreiras e os ecobarcos.
Hoje, há cinco estruturas instaladas na foz de rios que deságuam na baía
— serão 17 até agosto de 2016. Já os dez ecobarcos, que ficaram quatro
meses parados por falta de pagamento do governo do estado, voltaram a
operar em julho. No fim do mês, a Secretaria assinou um contrato de R$
629 mil com a Pro Oceano, que vai gerenciar o sistema. Segundo o governo
estadual, a empresa vai usar softwares com capacidade de prever os
pontos com mais concentração de lixo.

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Isto é o que acontece com seu corpo quando você bebe Coca-Cola, de acordo com declaração de um farmacêutico!

Isto é o que acontece com seu corpo quando você bebe Coca-Cola, de acordo com declaração de um farmacêutico!

Niraj Naik, um farmacêutico dono de um blog chamado “The Renegade Pharmacist”, revela sete efeitos que a Coca-Cola pode causar no organismo das pessoas, causando espanto e polêmica com as estimativas assustadoras.

Segundo Niraj, apenas 10 minutos depois de beber uma lata de 330ml de Coca-Cola, 10 colheres de chá de açúcar irão invadir o sistema interno da pessoa, representando 2,5 vezes mais a dose diária recomendada. “A quantidade de açúcar é tão intensa que você normalmente vomitaria, mas o ácido fosfórico inserido na Coca-Cola, “corta o sabor” para que você possa ingerir o líquido”, disse ele.

Nos próximos 40 minutos – ou assim que a pupilas dilatarem -, o açúcar no sangue vai se espalhar e o organismo sentirá o enorme efeito da cafeína. Após 60 minutos, o ‘delírio’ dentro da pessoa estará completo, e aparecerá a necessidade de urinar e uma mudança repentina de humor, deixando o consumidor irritadiço. O efeito fará com que, provavelmente, a pessoa sinta a necessidade e a vontade de tomar outra Coca-Cola.

Coca-Cola não é apenas rica em xarope de milho, como também possui sais refinados e cafeína. O consumo regular destes ingredientes nas quantidades elevadas encontradas na Coca-Cola, outros alimentos processados ​​e outras bebidas, pode levar ao aumento da pressão arterial, doença cardíaca, diabetes e obesidade. Se você se preocupa com o seu coração, a saúde e a mente, então lembre-se deste artigo na próxima vez que você for consumir uma garrafa de Coca-Cola!”, disse Niraj.

A nutricionista Ella Allred, em entrevista ao portal Metro, da Inglaterra, endossa os argumentos utilizados pelo farmacêutico, e diz que apesar de ser chocante, há muitos motivos para interromper o uso de tais bebidas. “O Sistema Nacional de Saúde do Reino Unido diminuiu a quantidade total de açúcar permitida em alimentos industrializados, de 10 colheres de chá por dia para 7,5 colheres de chá por dia. Ou seja, apenas uma latinha de Coca-Cola está acima do recomendado”, relatou.

Reveja o que acontece quando se consome Coca-Cola, segundo as palavras do farmacêutico Niraj:

Nos primeiros 10 minutos: 10 colheres de chá de açúcar atingem seu sistema. (100% da ingestão diária recomendada). Você não vomita imediatamente por conta da doçura esmagadora porque o ácido fosfórico quebra o sabor forte.

20 minutos: Picos de açúcar no sangue, causando uma explosão de insulina. Seu fígado responde transformando todo o açúcar que pode obter em gordura.

40 minutos: A absorção da cafeína está completa. Suas pupilas dilatam, a pressão arterial sobe, como resposta, seu fígado joga mais açúcar em sua corrente sanguínea. Os receptores de adenosina no seu cérebro são bloqueados, impedindo a sonolência.

45 minutos: Seu corpo aumenta a produção de dopamina, estimulando os centros de prazer do seu cérebro. Fisicamente, a heroína funciona da mesma forma.

60 minutos – 1: O ácido fosfórico prende cálcio, magnésio e zinco no seu intestino grosso, provocando um aumento no metabolismo. Esta situação é agravada por doses elevadas de açúcar e adoçantes artificiais, aumentando a excreção urinária de cálcio.

60 minutos – 2: As propriedades diuréticas da cafeína entram em cena. Agora, a junção de cálcio, magnésio e zinco que deveriam ir para seus ossos, bem como o sódio e a água, serão perdidos na urina.

60 minutos – 3: Com a queda de euforia, você vai começar a ter um choque de açúcar. Você pode tornar-se irritado e/ou lento. Toda a água que estava na Coca-Cola já foi eliminada na urina, mas não sem antes levar junto alguns nutrientes que seu corpo poderiam ter usado para funções, como por exemplo, hidratar o organismo e fortalecer ossos e dentes.

Sem veneno, por favor!

Sem veneno, por favor!

Produtos orgânicos preservam a biodiversidade e levam mais saúde à mesa do consumidor

ORGÂNICOS - Saúde na mesa do consumidor - Fotos: Fernanda MannORGÂNICOS – Saúde na mesa do consumidor – Fotos: Fernanda Mann

Longe do romantismo bucólico, os alimentos orgânicos são, muitas vezes, prescrição médica. Mas será que vale mesmo a pena optar por eles? O que têm de diferente dos outros alimentos? Não são mais caros? E como saber se estamos diante de um produto verdadeiramente saudável?

Segundo a professora Maria Clara da Silva, de 60 anos, sim. Vale a pena. Por causa de um câncer no ovário, o médico recomendou que ela se alimentasse, prioritariamente, de produtos orgânicos. Ela mesma, depois de curada, nunca mais conseguiu voltar atrás. Tornou-se cliente assídua da feirinha próxima à sua residência e diz ser notável a melhora em seu estado geral de saúde. Outra vantagem, apontada por ela, é que “os molhos de couve e outras hortaliças, por exemplo, vêm mais caprichados. Pago um pouquinho a mais na alimentação, para economizar no médico e nos remédios. Acho que é uma troca justa!”

CARO QUE SAI BARATO

O maior custo dos orgânicos, em geral, também é compensado, pelo fato de terem maior durabilidade, como aponta Adriana Campos, responsável pela venda a supermercados e gerência das lojas Fito, empresa pioneira na produção de orgânicos, há 17 anos em Belo Horizonte. Ela explica que o orgânico é mais caro porque não dispõe das estratégias e tecnologias utilizadas na produção dos alimentos convencionais. “Se uma praga ataca a plantação não orgânica, o produtor aplica o “remédio” com uma máquina e pronto! O pior é que esses são verdadeiros venenos à saúde. Muitos dos agrotóxicos utilizados no Brasil são proibidos em outros países”.

Além da ausência de produtos químicos, os nutrientes da terra são “fabricados” de forma natural, por meio do processo de compostagem. No caso da Fito, as verduras e folhas que sobram são usadas nesse processo, dando origem a um adubo mais rico e, consequentemente, a um alimento mais nutritivo. “A natureza gosta e dá retorno. Quanto mais se planta de maneira orgânica, melhor fica o ecossistema inteiro”, comenta Adriana.

Em vez de agrotóxicos, a produção de orgânicos trabalha com a prevenção. Mas há sempre o risco. No caso das pragas, às vezes, só a prevenção não é suficiente, e toda uma produção pode ser perdida, encarecendo o produto. Além disso, as sementes são mais caras e o trabalho é totalmente manual. Por isso, há que se oferecer boas condições de trabalho aos funcionários. Tanto por respeito ao ser humano, quanto para atender aos quesitos exigidos pelos órgãos de fiscalização.

A nutricionista e doutora em Ciência e Tecnologia dos Alimentos Rita Ribeiro concorda com Adriana. Ela acredita que o preço do produto se justifica por ser um alimento que não traz danos à saúde, é mais saboroso e crocante. Pondera ainda que “quem se alimenta de orgânicos faz uma escolha ética, pois, além de cuidar da própria saúde, preserva o meio ambiente e ajuda os pequenos produtores rurais a ter melhor renda e condições de trabalho”. Adepta a esse tipo de alimentação, ela cultiva hortaliças, ervas e frutas em seu próprio apartamento. Uma opção criativa e que sai mais em conta. Fica a dica.

PRODUTORES E PRODUÇÕES

JANIS E JOSÉ Produtores há 16 anos, estão sempre presentes, nas feiras de orgânicos da prefeitura

Janis dos Santos Avelar e o marido José Estevão Avelar trabalham na produção e venda de orgânicos, há cerca de 16 anos. Há 13, estão presentes nas feiras da prefeitura, em diferentes bairros de Belo Horizonte. José conta que, na horta deles, é fácil perceber que se trata de uma produção orgânica. “A gente ouve os insetos e vê passarinhos em volta dos girassóis. Esses atraem besouros que comem, cada um, mil pulgões por dia. Utilizamos também ervas, como a cidreira e o cravo, que espantam determinadas espécies. As lagartas, nós catamos a mão”.

A cidade de Capim Branco, a 53 km de Belo Horizonte, onde eles têm a produção, “era conhecida como a terra do alho, mas de tanto usarem “remédio”, deu uma doença na terra que inviabilizou esse tipo de plantio. Com o orgânico é o contrário. A natureza só agradece e dá mais frutos”, conta José.

Janis acrescenta que todo o cuidado não basta dentro de sua área. É necessário contar com a consciência dos vizinhos. “Não adianta meu sítio estar nos conformes, se meu vizinho utiliza agrotóxico no sítio dele. O veneno contamina a terra e, pior, os cursos d’água. Existem produtos que contaminam o solo por dezenas, e até centenas de anos.

CONSUMIDOR TEM DIREITO DE SABER

Existem duas maneiras de reconhecer um alimento orgânico. A primeira é conferir se, na embalagem dos produtos, consta o selo do governo. Muitas vezes, há também o selo de alguma empresa certificadora. Outros alimentos, como verduras e hortaliças, nem sempre vêm em embalagens, onde constaria o selo. Neste caso, trata-se de uma venda direta, que acontece entre o produtor e o consumidor final, sem intermediários. Uma das vantagens é que favorece preços mais justos.

EM QUEM CONFIAR

Considerando essa realidade, as leis brasileiras abriram uma exceção à obrigatoriedade da certificação pelo selo. Assim, os agricultores familiares podem vender diretamente seus produtos. Mas, para isso, precisam estar vinculados a uma Organização de Controle Social (OCS) de modo que o consumidor sempre possa tirar suas dúvidas sobre o processo de produção.

A OCS pode ser formada por um grupo, associação, cooperativa ou consórcio, com ou sem personalidade jurídica, de agricultores familiares. Ela só será reconhecida se existir de forma organizada. Os objetivos são orientar os agricultores sobre a forma correta de produzir e exercer um papel fiscalizador, entre os próprios participantes do grupo, os consumidores e os órgãos governamentais.

Uma vez formada, a organização é cadastrada nas Superintendências Federais de Agricultura ou em órgãos fiscalizadores. Esse procedimento garante que os direitos dos consumidores e bons produtores sejam respeitados e que os “maus produtores” não possam vender seus produtos, com a chancela de “orgânicos”.

CONTROLE RÍGIDO

O coordenador da Comissão da Produção Orgânica em Minas Gerais, Gil Teixeira, ressalta que o controle dos órgãos fiscalizadores é bastante rígido. As exigências passam pelo registro de todos os que trabalham na produção, o recolhimento da declaração daqueles que se afastam ou saem do grupo, o controle de tudo o que é produzido, tanto da variedade, quanto da qualidade e da quantidade por unidade de produção familiar. Segundo ele, representantes do Ministério  da Agricultura fazem vistorias anuais e chegam no local , sem prévio aviso.

Existem no Brasil algo em torno de 10 mil produtores em uma área de aproximadamente um milhão de hectares. Somos o país com maior mercado consumidor de orgânicos da América Latina, mas a demanda ainda supera a oferta. Gil ressalta que, se mais produtores passarem a produzir orgânicos, os custos serão cada vez menores e, cada vez mais pessoas terão acesso, o que retroalimenta a dinâmica. “O mais importante é difundirmos essa consciência.”


É TRISTE, MAS É VERDADE!

O Brasil é, hoje, o maior consumidor de agrotóxicos do mundo. Em média, cada brasileiro consome 5,3 quilos de veneno agrícola por ano. Pesquisas mostram que alguns produtos como tomate, alface e morango são contaminados por agrotóxicos proibidos para o consumo. Muitos deles podem causar problemas hormonais e até câncer. E não adianta lavar os alimentos ou mergulhá-los em soluções, porque muitos agrotóxicos penetram nos vegetais.


VENDE ORGÂNICO?

MUDANÇA A professora adotou alimentação orgânica e melhorou a saúde

Hoje praticamente todos os supermercados apresentam opções de alimentos orgânicos.Às vezes em um setor especifico, às vezes em meio aos alimentos convencionais.

O importante é olhar a certificação.

Para orientar os clientes as informações podem estar:

No rótulo, se existir, em materiais de divulgação e em avisos colocados nos locais onde o produto está sendo vendido;

Em caso de venda direta, o produtor deve ser identificado, assim como a OCS a qual ele está vinculado;

Os produtos sem certificação não podem fazer uso do Selo do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Orgânica. Mas a legislação permite que o agricultor coloque no rótulo do produto, ou no ponto de venda a expressão: produtos orgânicos para venda direta por agricultores familiares organizados, não sujeito à certificação, de acordo com a lei nº 10.831, de 23 de setembro de 2003.

LEITURA

A Leitura não pode ser algo usual, pois ela apresenta inumeros beneficios.

A UESA é um facilitador de discursões e renflexões.

Sabe-se que o aprendizado nos capacita a melhorar nosso modo de agir, pensar e viver. Nos torna seres melhores!

Quando temos conhecimento passamos a compartilhar conteúdos diferenciados e a otimizar nosso dia a dia em todos os aspectos.

Quando temos conhecimento proporcionamos experiência de formação e encorajamos os outros a compartilhar ideias. Passamos a ensinar a partir de nossas experiências de vida, ou mesmo, pelo modo de colaborar mais fsacimente com os outros.

A leitura, ajuda a reduzir problemas de relacionamento, a executar ideias e proporciona experiências. E, através dela, podemos superar obstáculos. Ela nos dar apoio fundamental para a formação social, pois sabemos que o conhecimento não ocupa espaço para menos em nossa vida.

Gentilmente a leitura nos guia a superar todas as nossas expectativas e nos dar uma sensação de missão mais que cumprida.

Nos mostra sempre influência sugestiva, quando apresenta-se como um conjunto de condições inatas e adquirida.

Sabe-se que o homem é, antes de tudo um ser em atividade,Contudo, pode estudar seus atos de maneira sistematizada, ou construir uma metodologia de vida sem que a pratica do dia á dia interfira na realidade.

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UESA

A UESA, visa capacitar, multiplicar e formar leitores.

Orientando e os conduzindo ao desenvolvimento do caráter, da ética, dos valores e do saber.

A UESA, busca através de seus  usuários uma participação preparada em todos os projetos desenvolvidos pela ONG. Proporcionando por meio das experiências vivenciadas  novas formas de aprender. Entre outros aspectos, visa potencializar as habilidades práticas e intelectuais do participante.

A UESA tende a capacitar o ator social para que se possa aplicar o aprendizado na resolução dos problemas  e estruturação pessoal.

A UESA busca indivíduos que possam relatar as experiências, desenvolvendo a interação grupal de forma necessária e suficiente para o aprendizado, sem expor nem prejudicar a vida pessoal do relator.

A UESA procura estimular o participante a compreender a sí mesmo e aos outros de uma nova maneira, criando oportunidadespara o crescimento intelectual, por meio de relatos marcados pelas dificuldades e experiências vividas.

Visa induzir o participante a reflexão, para que este possa compreender que as experiências são necessarias, mas que não são suficientes para que o aprendizado possa ocorrer e que o crescimento e mudança pessoal não são automáticas.

A UESA por meio de sus profissionais vai procurar ajudar na compreensão das experiências dos participantes e procurar guiar-los no desenvolvimento pessoal.Guiar o aprticipante para que ele possa adquirir uma nova capacidade de conhecimentos , para que os relatos vividos produzam novas perspectivas, habilidades e desenvolvimentos pessoal, transformando os relatos e experiências em aprendizado, ensino, treinamento, desenvolvimento e educação; e não em experiências em grande parte perecivéis.

A UESA vai priorizar  o valor de cada um, que devem estar relaciodo a busca da perfeição e agregado ao talento de cada participante.

Estes valores devem estar relacionados a busca da perfeição, obtidos por meio de reflexão, experiência prática, erros e acertos.

O respeito também podem ser priorizados pois podem ser vistos como equilibrio entre o processo de aprendizado e a valorização dos valores.

Sabemos que este processo dependem do comportamento e atitudes de todos que são conduzidos a pensar.

Pode ser algo simples e de experiência ímpar, desde que o participante receba as propostas da UESA com entusiasmo, magnitude, impotância, beleza e necessidade.

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